Acompanho o trabalho de Rogis Maic desde a adolescência e muito me alegra ter editado seu primeiro livro agora. Tivemos inúmeros e longos debates e pude presenciar a transformação de centelhas dispersas e eventuais em uma labareda bem fornida.
Difícil separar o trabalho de editor da amizade com o autor. Ambos talvez tenham caminhado juntos e proporcionado o ponto de maturação necessário que fez de “O crânio é uma galáxia” uma obra ímpar que não pode ser ignorada. É sempre bonito ver o primeiro passo de um escritor instigante, de um poeta navegador e astronauta delirante, rumo ao além do infinito da imortalidade literária.
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