Rogis conseguiu, a meu ver, conjugar palavras e ideias que unem o trivial ao sutil, o humor à ironia e àquilo que desconcerta, fazendo que a mente de quem o lê precise tornar-se atleta e dançarina, flexível e elástica, saltitante, comedida e aventurosa para deslizar acompanhando tudo que escritos, comparações e frases comportam. Assim, cabe a cada leitor extrair o subjetivo absinto ou néctar que as palavras souberam produzir porque, afinal, também nós e cada qual que se debruçar sobre o texto igualmente tem, no crânio, sua própria, louca e secreta galáxia.
Eloah Margoni





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