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Literatura em chamas

No dia da grande combustão e do Juízo Final oque a humanidade se habituou a chamar de atemporal  voltará a ser cnzas. Como enigma, restará a poeria e a poesia.

Ricardo Rodrigues 

Guardar segredo é uma tarefa ingrata. Principalmente quando o segredo é bom e se refere aos frutos de um longo trabalho.

Mas sem segredo, não há surpresa. E sem surpresa, admiração ou espanto não há inquietação, pensamento e conhecimento — segundo o filósofo.

A surpresa é que no ano passado tive um projeto de publicação aprovado no Edital FAC Brasília Multicultural. E o segredo é que o livro foi finalizado e acaba de seguir para a gráfica.

“Convicções em chamas” é um livro híbrido que mistura vários gêneros e estilos de escrita. Aforismo, poesia, ensaio e crônica se misturam e compõem uma pequena e intensa obra literária que tem como principal objetivo experimentar a escrita e desencadear os processos criativos.

Esse projeto é o resultado de quase 20 anos de labuta e é um livro que representa bem o meu trabalho no campo da literatura. Seus textos ecoam várias fases e movimentos da minha vida. Começou lá atrás durante o ensino médio em Brasília; passou pela graduação em Filosofia no Rio de Janeiro, pelo trabalho editorial em São Paulo e por uma curta estadia em Nova Iorque, onde comecei a reunir os textos e a organizar a obra.

Esse projeto não seria possível sem a ajuda de diversas pessoas.

Agradeço a Débora Butruce, pela produção, paciência e dicas preciosas. A Fabricio Felice pela revisão dos textos e críticas construtivas. A Neuva Ornelas e Felipe Polydoro pelos textos de apresentação belos e precisos. A TW Jonas pela difícil empreitada de tirar boas fotos de um autor carrancudo. A Francisco Samudio pela produção audiovisual sensível e paciente. A Gilda Nomacce pelas leituras intensas e divertidas. A João Pinheiro pela bela ilustração de capa. A Douglas Firmino, Luisa Madeira e Stéffani Magalhães pelas ilustrações sofisticadas e cuidadosas. A Juliana Leandro e Camila Paiva pela leitura crítica e sensível da obra. Aos camaradas de letras Rogis Maic e Barão pelos conselhos e orientações sinceras. E ao Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal pelo patrocínio e incentivo.

Muito obrigado a todas e a todos!

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